quarta-feira, 8 de junho de 2011

Passe a régua e feche a conta

Bendito esquisito
Maldito erudito
Não falo bonito,
Sou alto ou rico
Sou desafio,
Inteiro furor
Filho do horror
Amigo modesto, perdido
Sou honesto?
Ah! Que chacota
Que bosta!
Ato imoral, pecado venial
Há, há, quando pecado mortal,
Quanta falsa moral
Sou eu um ser imortal?
Real, original, boçal?
Determinante é o erro
A vida pelo acerto
A esquina do sinal
Um tiro fatal
Jogado ao alto,
Caindo se assenta
Que nada, se arrebenta
Vem cá, tenta
Vê se agüenta a tormenta
Mas não, não
Agora não mais violência
Chega dessa demência
Já pedimos a divina clemência
Se oriente,
Não acene, não chame
Não olhe, não, não, não
Não viva, não morra
Aaah!
Agora sim, um sim
Um belo jardim
Floresça assim,
Mesmo com tempo ruim
Pra todo sim, há um não
Se vira então,
Por que eu,
Vou-me embora
Meu irmão...

Beto Guerra

26/04/08 - 00:26h

2 comentários:

  1. bom de se ler. melhor em voz alta. meio rap. gostei.

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  2. Valeu Nilson, bom tê-lo por aqui, agradeço a visita!

    A intenção é que seja o que você entender que seja, mas... talvez o que poderia ser, não sendo, querendo ser, deva ser.

    hehehe

    até

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