Porque gosto da vida
Do cheiro de tempo seco do meu cerrado
Sou filho do mato
do brejo, da cachoeira
até da pedra brilhante da pedreira
Aroeira
Pau pra toda obra
Alegria transborda a qualquer hora
Mas tem gente azeda no mundo
E como tem
A vida é amarga pros azedos azarentos
Povo rabujento
Cabeça de vento
Pensa mais e azeda menos
Beto Guerra
09/09/2011 - 14:05