segunda-feira, 22 de abril de 2013
Acordos e Desacordos
De ti nada mais quero.
De ti, que só trouxe o perigo
De ti, que só usurpou
De ti, que nada mais terás
De fagulhas, torno-me inflamável
Como um sol
De tantos sóis estelares
Torno-me Único
Tudo que é único
Por si só,
Torna-se
Transcendental
Sou apenas isso
Uma centelha universal
Cheia de Cosmo
Cheia de Mistérios
De ti, nada mais quero
De mim, nada mais terá
De acordos findos
Desacordos anulados
De tantos acordos inúteis
De tantas inverdades profanas
De tantos abusos infundados
De tanto amor obsediado
De tudo, um tanto
De nada, mais ainda
Do que sou resgatei tudo
Do que querias, nada mais há
Acordo?
Desfeito
Desacordo?
Inalterado, nulo
Enfim, aquilo que resta
Não restará
A não ser a verdade
A não ser Anulação!
Em paz seguiremos
Sem paz, poderá seguir
Mas sem mim
Sem préstimos ou decréscimos
Um dia serviçal
Noutros humilhado
Noutros vilipendiado
Agora ... ... ... Salvo de mim!
Obrigado?
Pela derrota, vergonha?
Ou pelo ensinamento?
Por tudo?
Em voz alta repito
De ti, nada mais quero
De mim, nada mais terá
Acordos findos, anulados pela "quitação".
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