quarta-feira, 27 de março de 2013
Onde mora a pobreza da alma?
Pobre daquele que não sabe o que é amar a si mesmo.
Pobre daquele que faz dos outros, algoz de seus próprios erros.
Pobre daquele que jamais é responsável por seus atos.
Pobre daquele que não ama e engana.
Pobre daquele que confunde o amor alheio, tornando-o seco, amargo.
Pobres todos os seres que fazem da vida alheia, culpados por seus fracassos.
E onde então mora tanta pobreza, senão na alma do próprio ser?
Somos todos tão pobres de espírito que não enxergamos?
Será que não sabemos que nós somos responsáveis por nossos atos, ou pela falta deles?
De toda forma de pobreza, miséria e desamor, aquele que atinge a si mesmo é mais vil.
Como podemos nos vilipendiar tanto e não entendermos que nós somos a razão desse desamor próprio?
A vida não é fácil para ninguém, principalmente aos que dificultam ainda mais seu caminho, ao invés de evitar problemas inexistentes.
Aos que amam, este se multiplica dentro de si, fazendo das dores o mote para evolução, outros para transtornar ainda mais seu sofrimento.
E, meus caros, se "plantar é opcional e a colheita obrigatória", basta lembrar o que foi plantado por nossas mãos antes de por nas mãos alheias a semente de erva daninha que nós mesmos cultivamos.
Assim é tudo, desde o mais simples ato de gentileza ao mais torpe de ódio.
Sejamos com o próximo como queremos que sejam conosco, pois, exigir do próximo cortesia e gentileza, devolvendo-lhe ódio, rancor, desamor, somente aumenta nosso rio de fel, tornando amarga e insuportável a vida.
Paz, luz e amor em nossos corações.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Pense...e diga!