Como em carne fria, na noite vazia
No escuro do mundo, vivo no absurdo
A vida pulsa, um non sense, um segundo
Voar, ter asas, querer ir além
Sou seu, sou ninguém, de alguém, de quem?
Viajo no tempo, querendo entender
Porque ontem, hoje, agora, amanhã?
Aquilo que cresce sem ter por que
No porque do menino que também quer saber
A lua lá longe e você aqui tão perto
De certo o certo não há em você,
Somente querer
Quis demais o tolo insensato, moleque barbado
Caindo em frangalhos, sujeito inapto
Conceito engraçado de até fazer rir
Mas se o tolo aprender a luz vai surgir
Beto Guerra - Ago/2010
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Pense...e diga!